| A restituição deve ser um resultado da nossa salvação - não é um requisito para a salvação (Foto: Ilustrativa) |
Levítico 6:2-5 abrange outras situações em que a propriedade roubada é restaurada, com mais um quinto adicionado ao valor. Também digno de nota é que nesta passagem, a restituição foi feita ao dono da propriedade (não ao governo ou a qualquer outro terceiro), e a indenização deveria ser acompanhada de uma oferta pela culpa ao Senhor. A Lei Mosaica, então, protegia as vítimas de roubo, extorsão, fraude e negligência ao exigir que os infratores fizessem a restituição. O valor da remuneração variava de 100 a 500% da perda. A restituição deveria ser feita no mesmo dia em que o culpado trouxesse seu sacrifício perante o Senhor, o que implica que fazer as pazes com o próximo é tão importante quanto fazer as pazes com Deus.
No Novo Testamento, temos o maravilhoso exemplo de Zaqueu em Lucas 19. Jesus está visitando a casa de Zaqueu, e as pessoas que conhecem o chefe dos publicanos como um homem mau e opressivo estão começando a murmurar sobre a associação de Jesus com um pecador (verso 7). "Entrementes, Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo quatro vezes mais. Então, Jesus lhe disse: Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido" (vers. 8-10). Das palavras de Zaqueu, podemos concluir que 1) ele tinha sido culpado de defraudar as pessoas, 2) ele estava com remorso por suas ações passadas, e 3) ele estava comprometido em fazer a restituição. Das palavras de Jesus, nós entendemos que 1) Zaqueu foi salvo naquele dia e seu pecado foi perdoado, e 2) a evidência de sua salvação foi tanto sua confissão pública (veja Romanos 10:10) quanto sua renúncia a todos os ganhos ilícitos. Zaqueu se arrependeu e sua sinceridade era evidente em seu desejo imediato de fazer restituição. Ali estava um homem penitente e contrito, e a prova de sua conversão a Cristo foi sua determinação em expiar, tanto quanto possível, os pecados passados.
O mesmo vale para quem realmente conhece a Cristo hoje. O arrependimento genuíno leva a um desejo de reparar os erros. Quando alguém se torna cristão, ele terá um desejo nascido da profunda convicção de fazer o bem, e isso inclui fazer restauração sempre que possível. A ideia de "sempre que possível" é crucialmente importante para lembrar. Existem alguns crimes e pecados para os quais não há restituição adequada. Nesses casos, um cristão deve fazer alguma forma de restituição que demonstre arrependimento, mas, ao mesmo tempo, não precisa se sentir culpado pela incapacidade de fazer a restituição completa. A restituição deve ser um resultado da nossa salvação - não é um requisito para a salvação. Se você recebeu o perdão dos pecados pela fé em Jesus Cristo, todos os seus pecados foram perdoados, quer você tenha ou não feito restituição por eles.
O mesmo vale para quem realmente conhece a Cristo hoje. O arrependimento genuíno leva a um desejo de reparar os erros. Quando alguém se torna cristão, ele terá um desejo nascido da profunda convicção de fazer o bem, e isso inclui fazer restauração sempre que possível. A ideia de "sempre que possível" é crucialmente importante para lembrar. Existem alguns crimes e pecados para os quais não há restituição adequada. Nesses casos, um cristão deve fazer alguma forma de restituição que demonstre arrependimento, mas, ao mesmo tempo, não precisa se sentir culpado pela incapacidade de fazer a restituição completa. A restituição deve ser um resultado da nossa salvação - não é um requisito para a salvação. Se você recebeu o perdão dos pecados pela fé em Jesus Cristo, todos os seus pecados foram perdoados, quer você tenha ou não feito restituição por eles.
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